A Terra tinha com a vida um cordão umbilical.
A vida e a Terra. A Terra era grande, e a vida pequena, inicial.
A vida foi crescendo, e a Terra ficando menor, não pequena. Cercada a Terra virou coisa de alguém, não de todos, não-comum. Virou a sorte de alguém e a desgraça de tantos.
Na história, foi tema de revoltas, revoluções, transformações. A Terra e a cerca.
A Terra e o grande proprietário. A Terra e o sem-terra e a morte.
Mas é tanta, é tão grande, tão produtiva, que a cerca treme, os limites se rompem, a história muda e, ao longo do tempo, o momento chega para pensar diferente: a Terra é um bem planetário, não pode ser previlégio de ninguém; é um bem social e não privado; é patrimônio da humanidade e não arma de egoísmo particular de ninguém. É para produzir, gerar alimentos, empregos, viver. É um bem de todos para todos. Esse é o único destino possível para a Terra.
‘ ‘ Herbert de Souza’’ (sociólogo)
08/03/2011
Oi Profª Ana, é a Luísa do 6ºano A, gostei das nossas fotos no planetário...
ResponderExcluirBeijos o meu e-mail é estranho mas é que era da minha cachorra...